
1º igreja.
Em 1835, Felisberto Alves Carrejo funda, na Fazenda da Tenda, a primeira escola da região, escrevendo, ele mesmo, as lições e os exercícios utilizados na alfabetização . Acredita-se que o contínuo funcionamento da escola foi uma contribuição decisiva para o nascimento da cidade. Felisberto, dotado de um espírito empreendedor, idealizou o início do povoado. Para tanto, em 1846 adquiriu 10 alqueires de terras, da Fazenda do Salto. À margem direita do Ribeirão São Pedro e Córrego Cajubá. Esse terreno, mais tarde ficou conhecido como Pasto da Santa - hoje, Bairro Tabajaras. Para que se efetivasse a criação do povoado, Felisberto projetou a construção de uma Capela.
O local escolhido , onde hoje funciona a Biblioteca Pública Municipal, na Praça Cícero Macedo, era uma vasto "Capão" de mato, mas não tinha água. Para sanar o problema, Felisberto construiu um rego d'água que, saindo do Ribeirão São Pedro, próximo de onde hoje está instalada a Escola de Educação Física, acompanhava o declive do terreno, passando pela atual Av. Rio Branco, Rua Barão de Camargos, Rua Marechal Deodoro até a Praça Cícero Macedo . Resolvido o problema e com a devida autorização do bispado de Goiás, inicia-se a construção em 1846.
Sete anos depois estava concluída a Capela que daria origem ao Arraial de Nossa Senhora do Carmo e São Sebastião da Barra de Uberabinha. Matriz de N. Senhora do Carmo.
Em 1861 foi reconstruída, passando a denominar-se Igreja Matriz de N. Senhora do Carmo.
Em 1943 a Matriz foi demolida, sendo construída no local a Estação Rodoviária, que ali permaneceu até a década de 70, quando foi transferida para o atual Terminal Rodoviário Castelo Branco. O prédio abriga hoje a Biblioteca Pública Municipal.
A Praça onde se situa o referido prédio, outrora foi conhecida como Largo da Matriz, posteriormente, Minas Gerais e a partir de 1951 - Cícero Macedo. Com o crescimento do Arraial, formou-se um núcleo de habitação denominado Fundinho e, em 1851, uma fazendeira local, Senhora Francisca Alves Rabelo, vendeu uma extensão de 100 alqueires de terra ao patrimônio da Capela de N. Sra. do Carmo e São Sebastião da Barra.
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